Êh Carnaval!

 

Pensava eu que neste ano finalmente iria conhecer o famosíssimo carnaval dos Bonecos Gigantes e do Frevo de Olinda.

 

Estava tuuuudo planejado.

 

 Está vindo uma turma grande dos meus amigos para a festa!

 

Mas não será desta vez que participarei e que dançarei frevo com a turma. Pois, meu carnaval este ano será mais ligth. Porém, estarei acompanhada de meu lindo, e outra, sem preocupação de estar trabalhando, tem coisa melhor? Porque da vez que ele veio foi aquele corre-corre.

 

Bom São Paulo espere-me que dia 24 eu chego aí!!!

 

Ooohhhh Tempo que não para! I

Hoje quem vai contar uma historinha nesse blog será eu. O Paulo, namorado da Manu. Eu tinha prometido a ela, que iria escrever umas passagens do que passamos dos dias que estivemos juntos.

Já começo dizendo que foram um dos melhores dias da minha vida!

Mas os dias que antecederam o meu desembarque em Recife foram de muita ansiedade. Não via hora de chegar, de encontrar a Manu no Aeroporto dos Guararapes. Depois de 3 meses, apenas nos falando por telefone e nos vendo por fotos. A noite do dia 03 de janeiro realmente prometia. Essa espera foi de ansiedade, mas também foi muito gostosa! Não era apenas a minha viagem de Férias. 

Mas para a nossa sorte o tempo não para! As vezes, parecia meio parado, não chegava nunca dia 03 de janeiro, mas finalmente este dia chegou. Apesar de tamanha ansiedade, a viagem foi tranqüila. Quando eu desembarquei, senti um calafrio ao ver aquela multidão. Eu esperei tanto por aquele momento! Estava tão nervoso, que custei para encontrar ela. Fui saindo no meio de toda aquela gente e no vazio a encontrei. Logo, corri para os seus braços! Rs!

Mas o tempo não para!

E haja tempo para contar todos esses dias que passei com você, né Manu?  Foram diversos momentos maravilhosos.

Em Recife, passeando, visitando o meu Primo Guto em Olinda, visitando a Microsiga e não podemos esquecer da visita do Cliente Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias de Recife. Neste cliente foi muito interessante, onde eu tive que fingir que era estagiário da Microsiga. Imagine para mim, depois de trabalhar quase 5 anos na Microsiga, como foi difícil fingir e se passar por estagiário. A irmã desta Igreja (pessoa que estava sendo atendida pela Manu) não conseguiu se convencer e foi logo disparando para a Manu, se eu não era segurança da Manu. Essa foi muito boa! Rs!

Ooohhhh Tempo que não para!

Em Porto de Galinhas ocorreu um dos momentos mais lindos. Aliás teve uma passagem, que justifica o  título deste capítulo da vida da Manu em seu Blog. Era um lindo domingo à noite e saímos da Pousada para jantar. Estávamos no Centro de Porto de Galinhas, procurando um lugar diferente para jantar. Lá tinha diversos lugares legais. Estava difícil para escolher o Restaurante. Demoramos naquele dia para tomar uma decisão e fazer a escolha. De repente, fomos seduzidos por uma música.

 

 

Eu e Paulo em Porto de Galinhas

A música começou murmurando em nossos ouvidos, mas conforme fomos chegando próximo daquele Restaurante, aquilo entrava em nossos corações, nos carregando para lá. Olhamos o menu, que ficara na entrada e Manu logo decidiu por causa de um prato que era acompanhado com Siri. Agradando o ouvido, o coração e o estômago, fizemos a nossa escolha. Quando entramos no Restaurante sentimos um clima bem diferente do habitual. Nós sentamos a mesa e as músicas tocadas em um violão e um sax, cada vez mais, tocavam os nossos corações. A praia, a praça, a Lua, a comida, as músicas e você Manu, tudo estava lindo e perfeito! O meu coração respondeu com muita emoção! Foi daqueles momentos da vida que nunca deveriam acabar. Me lembro de ter dito isso a você, né, Manu?.

Ooohhhh Tempo que não para! II

Ooohhhh Tempo que não para!

E desta vez, para o nosso azar, o tempo não parara!  Não pude perder a oportunidade para fazer uma reflexão. Nunca nos damos por satisfeito, às vezes passamos correndo contra o tempo, torcendo para que passe logo e em poucas oportunidades, gostaríamos que o tempo parasse para que aquele momento nunca acabasse. Por isso que no Paraíso não existe tempo, para que tudo e principalmente um momento de amor sejam eternos. Acho que provei um pedacinho de estar no Paraíso, nesses dias.

O tempo não para, mas terei tempo suficiente para contar essas histórias que vivenciamos juntos para muitas pessoas e se Deus permitir, até para os meus filhos e netos. Pois em meu coração, isso ficará cravado por toda eternidade.

 


Praia do Francês - Maceió - AL

 

Ooohhhh tempo que não para!

Foram muitas histórias felizes, engraçadas e até tristes.

Daria para escrever um livro com muitas situações que aconteceram nesses dias que estive com a Manu. Ainda estive em Maceió, conheci a família da Manu. Conheci a Praia do Francês. Comprei um monte de Cocada!

Adorei ter conhecido os pais de Manu. Pessoas de “tirar o Chapéu”! Conheci as amigas super divertidas, da Manu.

E vale destacar a tristeza que senti com a morte do Tio dela, o Baré-Cola, quando estava em Maceió na casa de seus pais. Foram dois dias muito difíceis. Aquele clima! Eu espero que com minha presença naquele momento, tenha conseguido fazer a todos daquela casa se sentir um pouquinho melhor!

 

Coração, eu espero que você tenha gostado. Saiba que eu te amo muiiiito!

Ooohhhh tempo que não para!

Mas para a nossa sorte novamente, o tempo não para. Logo logo você estará aqui em São Paulo, pertinho de mim! E se Deus quiser, novamente serão dias bem especiais! Estou louco de saudades de você e quero que esse tempo passe logo, até você chegar aqui! rs!

 

Beijos bem carinhosos

 

Do seu amor

 

Paulo
Comentando meu Blog

É com muito pesar que esses dias tenho publicado apenas matérias que saíram nos jornais alagoanos a respeito da morte de Baré-Cola (meu Tio Valdo).

Gostaria de que tivessem apenas histórias e fotos sobre a maravilhosa visita de Paulo que recebi no início do mês. Porém, a forma covarde com a qual meu tio foi assassinado fez com que todas as minhas inspirações desaparecessem.

A muito tempo vivemos a realidade de que o meu lindo, maravilhoso e espetacular estado é comandado e dirigido apenas por vozes políticas, as quais mandam e desmandam na população. A voz de muitos deputados valem muito mais que qualquer lei, que qualquer direito humano, que qualquer vida. Quando alguém incomoda, a lei aqui é matar. E meu tio não foi o único, isso acontece com qualquer um que ameace a "imagem", a "idoneidade" e a "dignidade" (que se diga de passagem, não tem nenhuma), dos políticos que comandam essa terra.

Terra, onde os políticos não são os representantes do povo, mas sim representantes de seus próprios interesses e vilões, de episódios como esse ocorrido com Baré-Cola.

Desde que me entendo de gente, Baré-Cola sempre foi líder comunitário. Era o homem que de certa forma, brigava pelo direito a vida do povo que vivia próximo a ele. Para que conseguisse concretizar feitos como a distribuição de leite, sopa, a rádio comunitária, a creche, dentre outros, o meio para que tudo isso acontecesse era a aliança política. Aliança que provoca inveja, ciúmes e morte.

Infelizmente, esse é meu estado. Essa é a política das ALAGOAS. E foi assim que perdi um ente que era muito mais que querido e que era amado não só por mim ou minha família. Era amado também pelo povo que ele defendia e pelo qual deu a vida.

Família faz caminhada e pede justiça pela morte de ‘Baré-Cola’
Cerca de 200 pessoas participaram de uma caminhada, na tarde do último sábado, no Conjunto Joaquim Leão, para pedir justiça pela morte do líder comunitário Edivaldo Guilherme da Silva, o “Baré–Cola”, assassinado há uma semana enquanto assistia a uma partida de futebol num dos campos do Dique–Estrada.
A caminhada começou no mesmo local onde ocorreu o crime e seguiu por todo o DiqueEstrada. Durante o percurso, os manifestantes clamavam por justiça e uma apuração rápida por parte da polícia para que o crime não fique impune.
Além dos parentes e amigos, também participaram o ato representantes da Associação dos Moradores do Joaquim Leão, entidade que era comandada pela vítima. Estavam presentes também o deputado estadual Dudu Albuquerque (PSB), para quem Baré–Cola fazia um trabalho de base, e o presidente do Núcleo de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Alagoas, Narciso Fernandes.
O parlamentar voltou a ressaltar que a sociedade não pode silenciar frente a um crime político como, segundo ele, foi o do líder comunitário. “Vamos fazer novos protestos cobrando Justiça. Caso de violência como esse é um atentado contra a democracia”, frisou.
Uma das mais emocionadas com a caminhada era a viúva de Baré–Cola, Ana Adília, que vem cobrando da polícia a prisão dos matadores de seu marido. Para ela, o ato demonstra o carinho e respeito que os moradores do Joaquim Leão sentiam pelo seu marido.
O diretor do Departamento Metropolitano de Polícia (Demp), delegado Alcides Andrade, presidente do inquérito que apura o crime, ressaltou que “o assassinado de Baré–Cola será esclarecido e que os responsáveis irão sentar no banco dos réus”.
Durante uma reunião ocorrida na semana passada, na sede da Secretaria de Defesa Social, Alcides Andrade disse ao deputado Dudu Albuquerque e à viúva Ana Adília que a polícia já tinha, inclusive, o nome de um suspeito de ter deflagrado os oito tiros que mataram o líder comunitário.
“Durante esta semana deveremos colher novos depoimentos de testemunhas que possam colaborar com as investigações”, ressaltou o diretor do Demp.
Ele fica à frente do caso até o fim das férias do delegado do 3° Distrito Policial, Arnaldo Soares, que retorna ao trabalho no dia 1° de fevereiro.
A principal linha de investigação da polícia é a de que o assassinato tenha motivação política. (S.T)

Políticos e líderes comandam periferia
MORTE DE BARÉ-COLA REVELA SUBMUNDO DO ACORDO ENTRE PARLAMENTARES E LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS; "RIFADOS" PODEM VALER ATÉ R$ 20 MIL

| ODILON RIOS
Repórter
Madrugada em uma grota do Benedito Bentes. A mando de políticos, um líder comunitário cobre o rosto com um capuz e, com a ajuda de policiais, desce as ladeiras de barro. Aponta para um casebre. Seguindo a orientação do “dedo-duro”, os policiais invadem o local e executam um suposto traficante da região.
A cena é comum na periferia da capital e mostra, até certo ponto, as ligações perigosas entre líderes comunitários, policiais e parlamentares, mandando e desmandando em regiões onde a lei do mais forte transforma garantias individuais em peça de ficção.
Parte dessas ligações com políticos veio à tona na semana passada, com o assassinato do líder comunitário Edvaldo Guilherme da Silva, 44, conhecido como Baré-Cola. Cabo eleitoral de vários políticos, recebeu oito tiros no dia 14. Apesar do Departamento Metropolitano de Polícia (Demep) investigar várias hipóteses para o crime, a suspeita mais forte vai para um político.
Se confirmada a hipótese de crime político, a morte teria sido encomendada através de um consórcio, ou um parlamentar teria se sentido prejudicado com as ações de Baré-Cola, seu antigo aliado, em seu reduto eleitoral. Preço da execução: R$ 5 mil.
A Gazeta constatou, em comunidades pobres de Maceió, que a existência de um vereador, deputado federal ou estadual em determinado local, é praticamente obrigatória para se calçar uma rua, conseguir um médico para o posto de saúde ou construir um terminal de ônibus. Em troca, o político recebe votos, perpetuando sua influência política e eleitoral.
Para garantir o comando em determinada região, o parlamentar paga caro: alguns líderes comunitários recebem entre R$ 5.000 e R$ 20.000. Eles têm a função de “arrebanhar” eleitores ou agir como alcagüetes, apontando pessoas “incômodas” na comunidade.
Maioria
O inquérito sobre o caso Baré-Cola não está concluído pela polícia, mas no velório do líder comunitário, segundo o deputado estadual Dudu Albuquerque (PSB), a maioria das pessoas já sabia quem teria sido o mandante do crime, e o próprio deputado acreditava na idéia da maioria.
“Várias vezes indicavam os possíveis mandantes”, disse Albuquerque, na semana passada, quando acompanhava a viúva do líder assassinado, Ana Adélia, à Secretaria de Defesa Social. “Tenho uma visão parecida com a da maioria sobre aquilo que vi naquele momento”.
Segundo o deputado, é “totalmente comum” a aliança entre líderes comunitários e políticos no Estado. “Eu, particularmente, tenho trabalhado desde o primeiro mandato com lideranças comunitárias. Em Arapiraca, temos uma entidade chamada Unamar, que comanda 76 associações comunitárias. A associação é o instrumento legal para que possamos, por meio do Estado, do município, do governo federal, levar ações para o desenvolvimento daquelas comunidades”. Em Maceió, Dudu diz que realiza o mesmo trabalho.
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"Querem ser donos da área à força"
No “território” de Baré-Cola estão bairros próximos como Joaquim Leão, Vergel do Lago, Trapiche da Barra e Ponta Grossa, reduto político do deputado Marcos Barbosa (PTB), do vereador Walter Pitombo Laranjeiras, o Toroca (PTB) e, mais recentemente, de Dudu Albuquerque. Interessante é que Barbosa e Toroca são do grupo político do deputado federal João Lyra (PTB), pré-candidato ao governo. Albuquerque é apoiado pelo governador Ronaldo Lessa (PDT) – facções rivais na política alagoana.
A viúva de Baré, Ana Adélia, diz que as relações entre seu marido e políticos eram antigas. “O primeiro candidato com quem ele começou a trabalhar foi o deputado Temóteo Correia, nas quatro eleições. Depois, só com o Toroca. Depois, em comum acordo com o Toroca, ele passou a trabalhar para o Dudu”, disse.
Questionada se Baré-Cola errou ao ter relações com políticos, ela nega.
“Só através de políticos a gente consegue as coisas. Não tem outro caminho”. “Acho arriscado ser líder comunitário por causa da maneira que a política está trabalhando. Eles querem ser donos de uma área à força”. |OR

Caso Baré-Cola: delegado diz que crime vai ser elucidado
O diretor do Departamento Metropolitano de Polícia (Demp), Alcides Andrade, disse ontem que o assassinato do líder comunitário Edivaldo Guilherme da Silva, o “Baré–Cola”, ocorrido no sábado da semana passada, próximo ao Conjunto Joaquim Leão, no Vergel do Lago, está perto de ser elucidado. Segundo ele, a polícia já tem alguns indícios sobre a autoria material do crime, mas preferiu não revelar nomes “para não prejudicar as investigações”.
O delegado, que assumiu interinamente o caso, já tomou os depoimentos de parentes e pessoas que presenciaram o crime. “Muitas pessoas estavam presentes e viram o líder comunitário ser morto. Por isso, temos a certeza de que chegaremos aos autores materiais e aos mandantes, se houver”, acrescentou.
“Baré–Cola” foi morto a tiros no momento em que assistia uma partida de futebol em um dos campos da região do Dique–Estrada. Os criminosos fugiram em um Palio, cor azul, de acordo com testemunhas ouvidas no inquérito policial.
Na quarta–feira, o deputado estadual Dudu Albuquerque (PSB) esteve da Secretaria de Defesa Social para acompanhar o andamento das investigações sobre o assassinato. Em sua opinião, o crime foi político. “BaréCola” vinha trabalhando recentemente como cabo–eleitoral de Albuquerque, ganhando a simpatia de eleitores da região do DiqueEstrada e, isso, pode ter causado algum tipo de “ciúme”.
A viúva do líder comunitário, Ana Adélia Rocha da Silva, que acompanhou o deputado numa audiência com o diretor–geral da Polícia Civil, Robervaldo Davino, e o delegado Alcides Andrade, confirmou que o crime teria motivação política, já que seu marido, além de líder, era dono de uma rádio comunitária e funcionário da Assembléia Legislativa.
Para Alcides Andrade, a identificação do criminoso e de todos os envolvidos no assassinato “é apenas uma questão de tempo”. Segundo ele, “as investigações já estão bastante adiantadas, mas se houver necessidade vamos pedir à Justiça um prazo maior para concluirmos o inquérito”.
“Baré–Cola” foi cabo eleitoral de diversos políticos, e só recentemente passou a trabalhar para o deputado Dudu Albuquerque. “A vítima era uma pessoa de bem e não tinha inimigos. Ele só pode ter sido morto porque estava incomodando alguém com o seu trabalho junto à comunidade”, destaca o deputado.
No próximo sábado, às 15 horas, parentes, amigos e lideranças políticas pretendem realizar uma passeata no Dique–Estrada para cobrar Justiça pela morte do líder comunitário “Baré–Cola”.

Apesar dos acontecementos tristes em minha família, vivi momentos maravilhosos ao lado do meu Paulinho nessas duas primeiras semanas de 2006.

As aventuras, emoções e acontecimentos marcantes o meu lindinho ficou de escrever para que eu publicasse no BLOG, sendo assim, fico esperando pela inspiração do meu amor.

Aí estou eu e Paulo, na Lagoa da Anta em Maceió. (14 de Janeiro de 2006)

Caso Baré-Cola: testemunhas depõem
DELEGADO DIZ QUE UM POLICIAL CIVIL PRESENCIOU O ASSASSINATO DO CABO ELEITORAL; PRINCIPAL PISTA CONTINUA SENDO A MOTIVAÇÃO POLÍTICA

| ODILON RIOS
Repórter
O diretor do Departamento Metropolitano de Polícia (Demep), delegado Alcides Andrade, ouviu ontem mais duas testemunhas no assassinato do segurança da Assembléia Legislativa e líder comunitário, Edvaldo Guilherme da Silva, o Baré-Cola.
Uma das testemunhas é policial civil. O nome de ambas está sendo preservado “para evitar pressões”, segundo Andrade.
O policial civil, segundo o diretor do Demep, teria presenciado o crime.
Baré-Cola recebeu oito tiros, no último sábado, enquanto assistia a um jogo de futebol, no campo do São Paulo, a 50 metros da sua residência, no Conjunto Joaquim Leão, no Dique Estrada.
“Toda informação é bem-vinda, é um quebra cabeça em que estamos juntando peças e acreditamos que iremos chegar aos elementos que cometeram o crime”, disse Andrade. “Temos alguns indícios, que não podemos dizer ao público, mas acreditamos que a coisa está evoluindo bem”. A viúva de Baré-Cola, Ana Adília, também foi ouvida ontem pelo diretor do Demep.
Ela disse à Gazeta que seu marido, nos últimos anos, só havia trabalhado como cabo eleitoral para três parlamentares: o deputado estadual Temóteo Correia (PMN), o vereador Walter Laranjeiras, o Toroca (PTB), e o deputado Dudu Albuquerque (PSB).
Ela reiterou que acredita que o crime “teve motivação política”, mas não identificou se foram parlamentares da Assembléia Legislativa ou da Câmara de Vereadores da capital poderiam estar envolvidos no crime. “Quando falo políticos é de modo geral, Câmara, Assembléia, tudo”, informou.
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Deputado pede quebra de sigilo de Baré
Ontem pela manhã, além da viúva de Baré Cola, o deputado estadual Dudu Albuquerque esteve na sede da Secretaria de Defesa Social, no Farol, para conversar com o diretor do Demep.
De acordo com o deputado, ele teria ido pedir ao delegado a quebra do sigilo telefônico do líder comunitário assassinado “para ver se tinha alguma ligação suspeita”, completou Albuquerque. A viúva também afirmou que o motivo da visita seria acompanhar o caso e pedir ao diretor do Demep a quebra do sigilo telefônico de Baré-Cola.
Andrade argumentou que, por enquanto, o sigilo telefônico de Baré-Cola não será quebrado. “Isso necessita de uma fundamentação para o juiz do caso. Até o presente momento é prematuro. Vamos reunir todos os elementos e verificar se a quebra é importante. Se for, com certeza, vamos pedir”, contou.
Em declarações anteriores, a polícia e a viúva disseram que Baré-Cola estava trabalhando para Albuquerque, e isso teria irritado políticos que buscam votos em seus redutos. |OR

Delegado já tem pistas do homem que atirou em Baré-Cola

 

O diretor do Departamento de Polícia Metropolitana (Demp), Alcides Andrade, revelou, ontem, que a polícia já tem pistas do homem responsável pelos disparos que matou o líder comunitário Edvaldo Guilherme da Silva, o “Baré–Cola”, crime ocorrido no último fim de semana no conjunto Joaquim Leão.
Segundo Alcides Andrade, presidente do inquérito que apura o crime, uma testemunha afirmou que o atirador foi um homem baixo, branco e que usava cavanhaque. Ele confirmou que há um suspeito com essas características físicas e que deve ser convocado para ser submetido a reconhecimento por testemunhas do crime.
Uma nova pista para esclarecer o crime surgiu na manhã de ontem numa reunião entre o diretor da Polícia Civil, Robervaldo Davino, e o deputado Dudu Albuquerque (PSB), a quem Baré–Cola estava ligado politicamente.
O parlamentar passou para Davino e Alcides Andrade alguns dados sobre o veículo Pálio de cor azul usado pelos homens que mataram o líder comunitário. “Testemunhas disseram que as letras da placa eram MUW, mas que os números estavam encobertos por fita isolante”, ressaltou Dudu Albuquerque.
Davino disse acreditar que a placa usada no assalto é “quente”, já que os criminosos tiveram o cuidado de cobrir os números. “Vamos tentar conseguir a identificação do proprietário do carro através de dados do carro”, ressaltou o diretor, acrescentando que a polícia está empenhada em esclarecer o assassinato.
Crime político
Apesar de não incriminar ninguém, Dudu Albuquerque voltou a dizer que o assassinato de Baré–Cola teve motivação política. “A vítima era uma pessoa de bem e que não tinha inimigos. Ele só pode ter sido morto porque estava incomodando alguém com o seu trabalho junto à comunidade”, enfatizou o deputado.
A esposa do líder comunitário, Ana Adélia Rocha da Silva, confirmou que o marido vinha incomodando alguns políticos que queriam montar base no conjunto Joaquim Leão. Entretanto, a viúva preferiu não revelar nomes durante a reunião.
Às 15 horas do próximo sábado, parentes, amigos e lideranças políticas irão realizar uma passeata no Dique–Estrada para cobrar Justiça pela morte de Baré–Cola. (S.T.)

Morte de Baré-Cola teve motivo político
DEPUTADO DE ARAPIRACA CONFIRMA QUE LÍDER COMUNITÁRIO ASSASSINADO ERA SEU CABO ELEITORAL; PARA DELEGADO, CRIME FOI ENCOMENDADO

| REGINA CARVALHO
Repórter
A repercussão do assassinato do segurança da Assembléia Legislativa (ALE) e líder comunitário Edvaldo Guilherme da Silva, mais conhecido como “Baré-Cola”, será discutida hoje de manhã em uma reunião entre o diretor-geral da Polícia Civil, Robervaldo Davino, o deputado estadual Dudu Albuquerque (PSB), membros da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Sindicato dos Servidores da ALE.
A audiência será na Secretaria de Defesa Social (SDS) e foi marcada para discutir o andamento das investigações sobre o crime, ocorrido no último sábado, no Dique Estrada. Baré-Cola foi cabo eleitoral de diversos políticos. O mais recente deles seria o deputado estadual arapiraquense Dudu Albuquerque. “Realmente eu estava muito ligado a ele”, confirmou o deputado Dudu Albuquerque, referindo-se a Baré-Cola. “Estávamos fazendo um trabalho social na região do Dique Estrada. Acredito que isso despertou ciúmes em alguém”, disse o parlamentar.
Motivações
Dudu informou ter conhecido o líder comunitário na própria Assembléia e o convidou para trabalhar na sua campanha. “Ninguém conseguiu entender esse assassinato. Na minha opinião, o crime foi de ordem política”, comentou Albuquerque.
Para o delegado Alcides Andrade, diretor do Departamento Metropolitano de Polícia (Demep), que assumiu interinamente o caso, a única linha de investigação que se apresenta até agora é a de que o crime teve motivação política. O delegado disse ainda não ter dúvida de que o assassinato foi por encomenda. “No momento, a única linha que se apresenta é a de motivação política. Essa é a mais forte. Mas não podemos descartar outras que possam aparecer. Pelas características do crime, não tenho dúvida de que foi por encomenda”, disse Alcides Andrade.
O deputado Albuquerque disse que sua candidatura estava ganhando adesão de moradores do Conjunto Joaquim Leão, onde Baré-Cola residia e foi assassinado, e que talvez isso tenha incomodado alguém. “Nosso nome estava crescendo no bairro, por conta do trabalho social”, disse o deputado arapiraquense.
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Testemunha descreve autor dos disparos
Edvaldo Guilherme da Silva, o Baré-Cola, já havia iniciado seu trabalho como cabo eleitoral de Dudu Albuquerque para as eleições deste ano. Este teria sido o motivo da sua morte, segundo revelou sua viúva, Ana Adília Rocha. Baré-Cola também possuía uma rádio comunitária, a Mundaú FM. Nas portas de muitas casas no Joaquim Leão, Vergel, Trapiche e Ponta Grossa há adesivos de Dudu Albuquerque. “É uma tradição minha trabalhar com associações comunitárias, como sempre fiz em Arapiraca. Tenho vários líderes trabalhando para mim”, confirma Dudu.
Ontem, o delegado Alcides Andrade ouviu a viúva de Baré-Cola, Ana Adília, e uma testemunha que foi mantida em sigilo, que descreveu as características físicas do autor dos oito disparos que mataram Baré. “A viúva reforçou que ele não tinha inimigos. E a testemunha descreveu as características do homem que atirou. Outras pessoas também viram, já que havia muita gente no campo de futebol quando o Baré foi assassinado”.
Embora seja do conhecimento do próprio delegado que Baré tinha ligações com pessoas influentes – e pode ter provocado ódio em outras –, até ontem não havia previsão para depoimentos de políticos. “Ainda é prematuro ouvir algum deles. Tem muita testemunha para ser ouvida nos 30 dias do inquérito”. |RC

Assassinato do meu Tio Valdo

Suspeita de crime político em Maceió

Baré-Cola, em foto do álbum da família, com Ronaldo Lessa

REGINA CARVALHO
Repórter
Ana Adília Rocha, viúva do líder comunitário Edvaldo Guilherme da Silva, 44 anos, mais conhecido como “Baré-Cola”, denunciou ontem que o assassinato de seu marido teve motivação política. A vítima trabalhava como segurança da Assembléia Legislativa (ALE) e atuava como cabo eleitoral de vários políticos. Baré-Cola recebeu oito tiros, no último sábado, enquanto assistia a um jogo de futebol, no campo do São Paulo, a 50 metros da sua residência, no Conjunto Joaquim Leão, no Dique Estrada. “Acho que o crime foi praticado por gente grande da política, porque estava muito bem planejado. Todo mundo sabe que ele morreu por causa de problemas políticos”, contou Ana Adília, casada havia 22 anos com o líder comunitário, com quem teve três filhas.
A viúva denuncia ainda que seu esposo pode ter sido morto por causa das eleições deste ano. “Não foi gente daqui. Ele era querido por todos do bairro. Meu marido foi assassinado por conta das eleições deste ano. Alguém que estava se sentindo incomodado”, desabafou.
“Baré-Cola” atuava como presidente da Associação dos Moradores do Conjunto Joaquim Leão e atualmente era cabo eleitoral do deputado estadual arapiraquense Dudu Albuquerque (PDT). Também possuía uma rádio comunitária, a Mundaú FM, que foi remanejada recentemente da sede da associação para o Edifício Brêda, no Centro de Maceió.
A vítima estava assistindo a um jogo de futebol, promovido pela associação, quando foi assassinada. Em sua casa há várias fotos de Baré-Cola com autoridades e políticos. “Recebemos ligações de muita gente, inclusive do governador Ronaldo Lessa”, contou Ana Adília. Ela avisou que vai continuar fazendo o trabalho do marido, como cabo eleitoral.
Em área “dominada” pelo deputado estadual Marcos Barbosa (PMN), como reconhecem os próprios moradores do Joaquim Leão e bairros próximos, Baré-Cola é apontado como o grande responsável pelo crescimento do apoio à candidatura do deputado Dudu Albuquerque. “Todas as casas desses bairros próximos, no Joaquim Leão, Vergel do Lago, Trapiche e Ponta Grossa têm um adesivo do Dudu. Meu marido ia trabalhar para ele este ano”, informou a viúva do líder comunitário.
Ela destacou que, nesta quarta-feira, Baré-Cola iria se reunir com o deputado estadual Francisco Tenório (PMN), para acertar os últimos detalhes de um acordo com o parlamentar. “Ele ia conversar para fazer a campanha do Chico para deputado federal”, conta Ana Adília.

Três homens sem máscara deram tiros
A viúva relata que o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Celso Luiz (PMN), chamou Baré para ser segurança da Assembléia. “Acho que foi porque ele tinha porte físico. Ele também trabalhou muito tempo com Temóteo Correia (deputado) e era amigo do deputado Luiz Pedro. Tudo ele conversava comigo e nunca me disse que tinha inimigos”, contou a viúva.
Embora afirmem que o crime teve motivação política, parentes não apontam os possíveis responsáveis pelo assassinato. “Ele não permitia que na rádio se criticassem políticos. Só ajudava pessoas carentes. Ele não tinha rivais”, relatou o cunhado da vítima, Leiva Rocha.
Ana Adília conta que, na noite do último sábado, quando ela estava em casa e seu esposo foi assassinado, ouviu vários disparos. Ao chegar no campo de futebol, Baré já estava dentro de um veículo para ser levado para o Pronto-Socorro. “Contaram que foram três homens de cara limpa em um Corsa azul-marinho. Eles se aproximaram do meu marido, que estava sentado num banco. Dois deles atiraram no Baré. Soube que deram 16 tiros, três deles para cima”, disse. De acordo com a viúva, os assassinos gritaram para que as pessoas se afastassem. “Um deles era branco, outro tinha cavanhaque e outro era baixo. Ainda tentaram perseguir o carro dos assassinos, mas eles desapareceram no Trapiche”. Ana contou que a placa do carro estava amassada para que não fosse identificada.
Na última eleição, o líder comunitário trabalhou para o prefeito Cícero Almeida e o vereador Toroca. Ligado à ex-prefeita de Maceió, Kátia Born (PSB), Baré desistiu de apoiar o candidato à prefeitura Alberto Sextafeira. “Ele disse para a Kátia que Sextafeira não ia ganhar e ficou do lado do Cícero”, contou a viúva.
Baré-Cola, que também foi presidente da Associação dos Moradores do Benedito Bentes, foi enterrado no domingo. “Meu marido foi o homem forte do Toroca aqui nessa região. Conseguiu muitos votos para ele. Ele dizia que não nasceu para ser político, gostava de ser cabo eleitoral e que só parava de trabalhar quando seu candidato era eleito”, detalhou Ana Adília. |RC
Cuidado com sua salada!

 

Alguém sabe o que é pior que achar uma lagarta em sua salada?

Eu sei!!!

É achar 1/2 lagarta na salada!!! Argh!!!

Hoje me senti como uma participante do "No Limite", onde após ter aceitado o convite de uma amiga minha para almoçar num Shopping de Recife, fomos comer num serve-service muito bonitinho. As duas se serviram de praticamente a mesma coisa: Uma saladinha, arroz, macarrão, carne grelhada e banana empanada.

Para passar no caixa e pagar a refeição foi um verdadeiro drama, pois a fila era demorada, e isso só fazia a nossa fome aumentar cada vez mais.

Catarina, a minha amiga, assim que pagou a refeição correu para a mesa a fim de matar quem a matava, e eu, logo em seguida me dirigi a mesma.

Conversávamos muito enquando nos alimentávamos e nos deliciávamos naquela refeição, e quando estou praticamente no fim, faltando assim, umas quatro garfadas para concluir todo o prato vi algo estranho, e temendo pelo pior, tive a confirmação. Em minha salada encontrei uma 1/2 lagarta.

Eu ainda estava com comida na boca, quando olhei para Catarina com os olhos cheios de lágrima, e totalmente enojada. Catarina me perguntou o que havia acontecido e eu totalmente sem palavras só conseguia apontar para o prato. Affe! O próximo passo era verificar se a outra metade ainda encontravasse no prato ou se eu já havia tratado de engolí-la. Mas logo o alívio chegara, pois a pontinha do rabo da danada ainda encontravasse em meu prato.

Ai! Eu não sabia o que fazer. Mas Catarina logo providenciou de comunicar ao pessoal do restaurante.

E quando uma funcionária do rescinto veio analizar, apenas disse: _Nossa! Ela é enorme!

Argh! Novamente!!! rssss

Estou enjoada até agora... E Catarina ainda dizia: _Manu não se preocupe, a lagarta tava limpinha!!! rsss

Saudades...

Natal está chegando, e ontem senti um aperto no coração! Foi uma saudade que senti da minha amada vozinha Nete. Acho que a última vez que a vi foi no Natal do Ano Passado. Foi quando Vó Nete foi conhecer a nossa casa nova, pois ela ainda não havia ido lá.

Nesse Natal fiz questão de estar em casa com minha família, foi muito legal. Mas o que mais marcou foi porque foi a última vez que vi aquela que era a minha segunda Mãe, aquela vó que agente faz questão de chegar, abraçar, beijar... Ai! E todo Natal tirávamos uma gracinha com ela, pois segunda ela mesma... O Natal era bom porque ela comia "Ciudra com Piuru".. rsss

Eita Saudade!!! E só consegui dormir ontem depois que rezei pra ela. Tenho certeza que Papai do Céu está do ladinho dela vigiando todos nós aqui em baixo.

Vó Nete... TE AMO demais!!!

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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, VILA BARUEL, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese